Informativos / Boletins

  • Boletim 266 - OPORTUNIDADES PARA UMA VIDA EM MISSÃO
    22/07/2018

    Paulo sempre aproveitou os lugares seculares para alcançar as pessoas não religiosas. Tanto em Corinto como em Éfeso (Atos 18 e 19), Paulo lançou mão desse recurso. Não podemos limitar o ensino da Palavra de Deus apenas aos locais religiosos. O apóstolo ia ao encontro das pessoas, onde elas estavam. Era um evangelista que tinha cheiro de gente. Estava nas ruas, nas praças, nas escolas. Era um pregador fora dos portões.

    Lemos em Atos 19. 8-20 que Paulo expôs o evangelho de modo sério, bem estruturado e persuasivo. Ele acreditava na veracidade do evangelho e por isso não tinha medo de enfrentar as mentes de seus ouvintes. Ele procurava convencer a fim de converter, e de fato, como Lucas deixa bem claro, muitos foram “persuadidos”. É claro que os argumentos não substituem o Espírito Santo. Mas a confiança no Espírito Santo também não substitui os argumentos. Nunca se deve jogar um contra o outro, como se fosse excludentes. Não, o Espírito Santo é o Espírito da verdade, e ele não leva as pessoas à fé em Cristo apesar da evidência, mas por causa da evidência, quando ele lhes abre a mente para ouvi-la.

    É interessante destacarmos que em Éfeso até as 11 horas da manhã, o apóstolo Paulo trabalhava fazendo tendas e Tirano dava aulas. As onze, porém, tirano repousava, a escola ficava desocupada, e Paulo deixava o couro para trabalhar com as palavras, durante cinco horas, parando apenas às quatro da tarde, quando toda cidade reassumia o trabalho. Não nos surpreende que Lucas afirme que “todos os habitantes da Ásia” ouviram a palavra do Senhor (Atos 19.10). Pois todas as estradas da Ásia convergiam para Éfeso, e todos os habitantes da Ásia visitavam Éfeso de tempos em tempos, para comprar ou vender, visitar um parente, frequentar os banhos, ver os jogos no estádio, assistir a um drama no teatro, ou cultuar a deusa. E enquanto estavam em Éfeso, eles ouviam falar neste mestre cristão chamado Paulo, que falava e respondia perguntas durante cinco horas, todos os dias. Evidentemente, muitos passaram por ali, ouviram e se converteram.

    Em Éfeso, Cristo encorajou seu apóstolo e retificou seu ensino através de sinais e milagres que demonstravam o poder de Cristo sobre doenças, possessões demoníacas e magia. (Atos 19. 11,12).  Alguns religiosos ficam desconcertados com essa passagem e tendem a rejeitá-la como lenda. Pois, a atitude mais sábia perante os milagres não é a dos céticos, que os declaram espúrios; nem a dos imitadores, que tentam copiá-los, como aqueles televangelistas que oferecem aos doentes lenços abençoados por eles, mas sim a dos estudiosos da Bíblia que lembram que Paulo via seus milagres como credenciais apostólicas e que Jesus mesmo foi condescendente com a fé tímida de uma mulher, curando-a quando ela tocou a orla de sua roupa.

    Éfeso era famosa por suas “cartas efésias”, que eram “encantamentos, amuletos e talismãs escritos”. O fato de os recém-convertidos estarem dispostos a jogar seus livros no fogo, em vez de converter o seu valor em dinheiro, vendendo-os, era uma evidência notável da sinceridade de suas conversões. O exemplo deles levou a outras conversões, pois assim a palavra do Senhor crescia e prevalecia poderosamente (Atos 19.20).

    However, verse 20 tells us that when the Christians in Ephesus became really serious about their faith and living it out, the Word of the Lord not only spread widely but also “grew in power.” It was at this point that the people of Asia not only heard the gospel but also believed it and began to follow Christ. Pois bem, em Atos 19.20 aprendemos que quando os cristãos em Éfeso se tornaram realmente sérios sobre sua fé e viveram-na de fato, não somente a Palavra do Senhor se espalhou amplamente, mas também "cresceu em poder." Foi neste momento que o povo da Ásia não só ouviu o evangelho, mas também acreditou e começou a seguir a Cristo. That is the challenge for us. Esse é o desafio para nós. Are we really serious about our faith so that it influences, more than that, it dictates the way we live? Será que estamos realmente levando a sério a nossa fé para que ela influencie, mais do que isso, determine a forma como vivemos? It is only as that is true, that the gospel we share will grow in power. É só assim, que o evangelho que nós compartilhamos vai crescer no poder.

    Amados irmãos será que as lições contidas no texto de Atos 19. 8-20 são pertinentes à nossa igreja? Desejamos ardentemente ser uma comunidade ensinadora? Pois, com o aprendizado desta passagem bíblica somos desafiados a não perdermos a oportunidade de ensinar a Palavra nos templos, onde pessoas religiosas se reúnem. De igual modo, compreendemos a estratégia dos espaços neutros, como fábricas, lares, salas de shopping, escolas, e hotéis. Com vistas a atingir pessoas que, ainda hoje, encontram resistência para entrar num lugar religioso, mas não oferecem qualquer resistência para ir a um lugar neutro. O certo é que os dois anos de ensino diários de Paulo resultaram na evangelização de toda a província.

    Encerro com a citação de George Fox: “Que todas as nações possam ouvir a palavra falada e escrita. Não poupe lugar, tampouco poupe a língua ou a pena; antes, seja obediente ao Senhor Deus e desempenhe a tarefa, e seja valente em nome da Verdade sobre a Terra”. É Cristo quem nos chama; também nos dará o poder!

    Rev. Carlos Roberto (Bob)

  • Boletim 265 - A Surpresa da Fé
    15/07/2018

    Os Evangelhos normalmente usam os milagres para enfatizar o poder e a autoridade de Jesus. Pelo menos nove histórias, no entanto, focalizam a fé. “A tua fé te curou”, dizia Jesus, desviando a atenção de si próprio e dirigindo-a à pessoa curada. O poder milagroso não provém apenas de sua parte; às vezes, depende, de alguma forma, de uma resposta do indivíduo.

    Certa vez, li todas as histórias de milagre juntas e achei que elas revelam graus notavelmente diferentes de fé. Algumas pessoas demonstravam uma fé ousada e inabalável, como um centurião que disse a Jesus que não fazia questão de uma visita – apenas uma palavra curaria seu servo a distância. “Vou lhe dizer uma coisa, não conheci ninguém em Israel com tamanha fé”, observou Jesus, espantado.

    Em outra ocasião, uma estrangeira perseguiu Jesus enquanto Ele procurava paz e tranquilidade. A princípio, Jesus não lhe uma só palavra. Depois, Ele respondeu rispidamente, e não para os “cães” – referindo-se à sua condição de gentia. Mas nada conseguia deter aquela mulher Cananéia, e sua perseverança conquistou Jesus. “Mulher, tens uma grande fé!”, disse Ele.

    Jesus parecia impressionado com o fato de que, como estrangeiras, essas pessoas eram as de que menos se poderia esperar que demonstrassem tanta fé. Por que um centurião e uma Cananéia, sem quaisquer raízes judaicas, poderiam depositar sua confiança em um Messias cujos próprios conterrâneos tinham dificuldade em aceitar?

    Essas histórias constituem uma ameaça para mim, porque raramente tenho uma fé não pronunciada. Ao contrário da mulher Cananéia, sou facilmente desestimulado pelo silêncio de Deus. Quando minhas orações não parecem ser respondidas, sinto-me tentado a desistir, e não a pedir novamente. Identifico-me mais facilmente com o homem cético que declarou a Jesus: “Eu creio; ajuda-me na minha falta de fé!” Com muita frequência, pego-me refletindo essas palavras, oscilando entre a crença e a descrença, perguntando-me quanto estou perdendo por minha incredulidade.

    Às vezes, Jesus se surpreendia com a falta de fé que constatava. Marcos faz seu extraordinário comentário sobre a visita de Jesus à sua cidade natal: “Não pôde fazer ali nenhum milagre, senão curar uns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos.” Estranhamente, o poder de Deus foi “paralisado” pela falta de fé.

    Para minha surpresa, notei, enquanto lia as histórias, que as pessoas que melhor conheciam Jesus às vezes hesitavam em sua fé. Seus próprios vizinhos o colocavam em dúvida. João, o Batista, que proclamara: “Eis o Cordeiro de Deus!” e que ouvira uma voz vinda dos céus por ocasião do batismo de Jesus, mais tarde chegou a questioná-lo. E várias vezes Jesus observou com admiração a falta de fé dos 12 discípulos.

    Os três discípulos mais íntimos de Jesus testemunharam um dramático milagre pouco depois da sua morte. No Monte da Transfiguração, o rosto de Jesus brilhava como o Sol, e suas vestes se tornaram resplandecentes e sobremodo brancas. Uma nuvem envolveu os discípulos, e dentro dessa nuvem, para a surpresa de todos, eles encontraram dois gigantes há muito falecidos da história judaica: Moisés e Elias. Era demais para a concepção dos embasbacados discípulos; quando a voz de Deus se fez ouvir dentro da nuvem, eles caíram por terra, aterrorizados. Entretanto, que impacto teve esse estupendo evento? Pouco depois, as testemunhas oculares da transfiguração se juntaram aos outros 12 discípulos que abandonaram – negaram, no caso de Pedro – Jesus no momento em que ele mais necessitava.

    Esquecemo-nos facilmente de que Judas assistira, durante três anos, à operação de grandes milagres por Jesus e de que ouvira seus ensinamentos; mesmo assim, traiu Jesus. Outro discípulo, “o descrente Tomé”, ganhou a fama de cético, mas, na verdade, todos os discípulos demonstravam certa falta de fé. Nenhum deles acreditou nos fantásticos relatos que as mulheres trouxeram do túmulo vazio. Mesmo depois que Jesus apareceu-lhes pessoalmente, diz Mateus: “Alguns ainda duvidavam”.

    Uma curiosa lei da reversão parece atuar nos Evangelhos: a fé aparece onde menos se espera e falha onde deveria triunfar.

    Diante do que foi exposto até aqui, será que o querido irmão pode também receber a declaração de Cristo - “grande é a tua fé!”.

     

    Rev. Carlos Roberto (Bob)

  • Boletim 264 - Um Servir que Transforma
    08/07/2018

    Cada relacionamento pessoal é uma oportunidade para servir. Queremos aprender que Deus nos transforma e santifica enquanto nos usa na transformação de outros (1 Coríntios 3.6-9). Primeiro somos lavoura de Deus; depois nos tornamos trabalhadores na lavoura. Como se dá essa mudança? Primeiro recebemos cuidado, depois passamos a ajudar no cuidado de outros!

    A dinâmica da vida cristã é que pessoas que precisam de transformação servem a pessoas que precisam ser transformadas.

    Esse entendimento nos faz saber que servir é mais que uma função designada oficialmente na igreja e que ao percebermos isso, teremos muito mais oportunidades de sermos úteis e eficazes na igreja do que damos conta de fazer.

    Servir é algo maravilhoso e sério ao mesmo tempo.

    Efésios 4.15,16 afirma que é pelo serviço de cada parte, que o corpo efetua seu próprio crescimento. Deus nos chama para sermos seu povo e para sermos seus servos. Devemos deixar de ser apenas consumidores da fé, para nos tornarmos participantes comprometidos.

    Ser membro de uma igreja é mais do que participar de eventos e estar ligado a uma organização, é um chamado que modela toda a nossa vida!

    Como posso o exercitar na minha vida cristã o servir os outros? (como um cristão que é ao mesmo tempo marido, pai e irmão na fé).

    Qual a melhor resposta? O que me faz levantar de manhã? O que e quem o motiva durante o dia? O que vale tanto a pena que você está disposto a dar-lhe do seu tempo, talento e energia?

    Esta pastoral diz respeito à melhor notícia que a humanidade jamais poderia receber. É sobre algo tão significativo que faz com que tudo valha a pena, apesar de sermos pessoas imperfeitas num mundo despedaçado. Essa notícia não tem nada a ver com fantasias, sonhos, ou expectativas não realistas. Mas penetra na mais dura condição humana com a esperança de mudança de vida.   O Evangelho é a única coisa pela qual vale a pena viver (1 Timóteo 1.11b-17).

    Como seres humanos, não podemos caminhar por nossa própria conta. Precisamos de transformação, cura e perdão. Resumindo, precisamos de Deus. Precisamos das Boas Novas do Evangelho, a notícia do rei que veio, tornando possíveis as mudanças permanentes. A nossa esperança pessoal é somente essa e também a base do nosso serviço para com os outros.

    A melhor prática do reino não é a isenção de dificuldades, sofrimento e perda. Antes, é a notícia do Redentor que veio resgatar-nos de nós mesmos. O Redentor torna rebeldes em discípulos, tolos em ouvintes humildes. Ele faz com que paralíticos voltem a andar. Nele podemos encarar a vida e reagir com fé, amor e esperança. À medida que Ele nos modifica nos permite ser parte do que está fazendo na vida de outras pessoas. Ao responder ao trabalho de Cristo em nossa  vida,  aprendemos a sermos instrumentos em Suas mãos, para servirmos os outros com muita gratidão por tudo o que Ele fez em nós.

    Então, o Evangelho nos ajuda a lidarmos com os nossos pecados pessoais. E consequentemente, ele nos remete a lidarmos com os pecados dos outros em nossa experiência cristã  de serviço(pais, filhos, amigos).  O que te motiva a levantar-se de manhã? A graça de Deus recebida, a boa nova do Evangelho, ou todos os seus compromissos seculares (trabalho, dívidas, família, status).

    Portanto, o Evangelho gera o entendimento de que na obra do Senhor há uma dinâmica – pessoas que precisam de transformação ministram a pessoas que precisam ser transformadas. Quando o povo de Deus aprender que cada relacionamento é uma possibilidade de ministério pessoal, dependerá menos de uma indicação para um função, e entenderá , de fato, que tem sempre muitas oportunidades para servir.

    O meu desejo com esta pastoral  é que ela seja um tremendo encorajamento para que você seja um poderoso instrumentos nas mãos de Deus para servir àqueles que Ele colocar em seu caminho.

    Rev. Carlos Roberto (Bob)

  • Boletim 263 - A Missão é Sua, Pare de Transferir...
    01/07/2018

    Paulo percebeu que os coríntios haviam se tornado espiritualmente fracos. Eles queriam receber as recompensas sem nenhum esforço; preocupavam-se mais com o ambiente agradável do que com as condições para um treinamento adequado. Paulo tinha uma metáfora pronta na mão, para exemplificar o seu grande temor: O temor de Paulo não era que poderia perder a salvação, mas que poderia perder a sua coroa, recompensa, galardão, por não satisfazer ao seu Senhor (conforme I Coríntios 9. 27; 3.15). Quanto aos que correm para agradar a Deus têm a promessa de II Timóteo 1.12 “... porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia.”

    O principal esporte na cidade de Corinto era os "Jogos Ístmicos", que só perdia para os Jogos Olímpicos, que era a competição por excelência. Os Jogos Ístmicos eram realizados a cada três anos. Era um antigo jogo da Grécia em honra a Poseidon (deus do mar). Istmo é uma língua de terra apertada entre dois mares e que une duas terras. Como um cabo de guerra, os homens puxavam a corda amarrada em uma embarcação. A luta desses atletas era trazer a embarcação até a terra.

    Veja os pronomes que o apóstolo usa nos versículos 24,25 e 26, que culminam no seu eu, como forma de reconhecimento e valorização de sua identidade construída pela graça divina. E com muita responsabilidade ele chama a atenção de todos para a sua própria conduta (vs. 26,27). Ele não aceita o banco de reserva e não passa a sua vez. “Fazem isso para receber uma coroa perecível, mas nós uma coroa imperecível.” A mudança da terceira pessoa do plural, todos e eles, para a primeira pessoa do plural, nós, contrasta o objetivo dos atletas com o dos cristãos. Assim, o apóstolo Paulo (nos versículos 24 e 25 de I Coríntios 9) muda da segunda pessoa do plural, vocês, para a primeira pessoa do plural, nós, para incluir-se entre os que recebem a coroa imperecível; Da primeira pessoa do plural, ele agora (I Coríntios 9.26) procede à primeira pessoa do singular, eu, e chama a atenção para a sua própria conduta. Ele faz isso usando duas ilustrações emprestadas da arena de esportes: da corrida e da luta de boxe.

    Assim, entendemos que a individualidade é a identidade de cada um. DEUS criou-nos com identidades distintas. Cada um é um. Identidade fala de características específicas que cada indivíduo tem.

    Sempre ouvimos falar de substituição. No mundo moderno substitui-se coisa, objetos, móveis, valores e até pessoas. Nos jogos se o atleta não está bem física e tecnicamente, ele pode ser substituído.

    Todavia, em nosso serviço a Deus, ele através do Espírito Santo nos capacita, para que com a nossa individualidade instrumentada, usada pelo poder do Espírito, cumpramos o grande chamado de Deus, para o servimos não no banco de reserva e, aliás, na missão de Deus para o seu povo ninguém pode ficar no banco de reserva ou passar a sua vez. Acreditamos que na obra de Deus não há exceções, todos têm que agir com a sua individualidade transformada por Jesus Cristo, para serem instrumentos de transformação. Olhe o que Deus disse a Ester através de Mordecai: “Então, lhes disse Mordecai que respondessem a Ester: Não imagines que, por estares na casa do rei, só tu escaparás entre todos os judeus. Porque, se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para os judeus socorro e livramento, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para conjuntura como esta é que foste elevada a rainha?” (Ester 4. 13,14). Saia do banco de reserva e faça a vontade de Deus!

    E em 1 Coríntios 9. 27 “Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado.” Paulo não fere o ar, mas o seu adversário é o "próprio Paulo", que quer atrapalhá-lo no serviço do Senhor. Paulo não quer ser um "desqualificado", isto é, trabalhar, mas não receber o prêmio; ajudar os outros, mas acabar sendo desmerecedor do prêmio. Portanto, o galardão é um prêmio individual e deve ser "ambicionado" por todos os cristãos (v.26). Ele não poupou nenhum esforço para servir ao Senhor, pregar o evangelho e viver honradamente diante de Deus e do homem.

    Portanto, como Paulo não acreditemos jamais que na vida cristã, podemos ficar no banco de reserva ou passando a nossa vez para os outros. Não dizendo a Deus “Eis-me-aqui” e sim “Ei-lo-aqui”, use este outro e me deixe em paz! Todavia, prossigamos com esforço, rumo a recompensa imperecível. Cumpramo-nos dia-a-dia nossas responsabilidades para conosco, para com os outros e para com próprio Senhor.

    Rev. Carlos Roberto (Bob)

  • Boletim 262 - Ser cristão é ser o reflexo de Cristo
    24/06/2018

    “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (I Coríntios 10.31); “E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.” (II Coríntios 3.18)

    Espelho é um objeto refletor que mostra com nitidez o reflexo das coisas ou nossa própria imagem. Porém em alguns casos os espelhos não mostram algumas sujeiras escondidas. É preciso ter cuidado com as paixões passageiras, elas são enganosas tais como: Enganoso é o coração e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá? (Jr. 17, 9). Qual a principal motivação para você ir à igreja? É simplesmente por uma questão de praxe, para ver os amigos ou pela necessidade de encontrar-se com o sagrado. Já sentiu saudades de Deus? Quando não se sente saudades perde se o contato por completo, e as ou pessoas coisas caem no esquecimento. Muitos não conseguem refletir Deus, por colocarem a própria Vontade à frente da vontade de Deus.

    Diz a Palavra: “buscai em primeiro lugar o reino de Deus”. (Mateus 6: 33) Tudo quanto fizer faça para a glória de Deus: seja no local onde estiver ou na situação em que se encontrar, viva para a glória de Deus. Mesmo quando a ação de Deus é tirar, ou inibir alguma coisa, Ele está manifestando a sua Glória. Deus tira o emprego, negócio, casa, coisas, alegria, amizades, saúde, para Sua glória. Somos em geral pessoas ansiosas, queremos as coisas ou o milagre de maneira imediata, assim também alguns pensam que o mar vermelho se abriu num instante, como nos filmes. Observe o texto (Êxodo. 14. 21). A bíblia diz que “O vento soprou a noite toda”. No tempo exato para que o povo passasse. Por isso faça alguma coisa, se mova, Deus vai fazer tal como fez com o povo de Israel e como fez com Moisés, refletir em você a Sua glória. Confira (Êxodo 34. 29).

    Chegamos a ficar chocados, quando se faz necessário entender que tudo é no tempo de Deus Geralmente em nosso imediatismo, não deixamos Deus trabalhar. E aí geralmente, queimamos etapas. O agir de Deus acontece quando demonstramos amor pelas pessoas, não adianta falar de humildade precisamos ser humildes. Talvez conheçamos todos os métodos de evangelismo, no entanto, não basta conhecer é preciso evangelizar e entender que a igreja tem um papel surpreendente no mundo, quando nos envolvemos no serviço do reino. Tal como alguns doentes, muitos cristãos sabem que caminho tomar, mas preferem ficar parados. Não vão ao médico, não procuram ajuda, jamais vão ser reflexo da glória de Deus. Lembre se sempre do espelho e viva de maneira que em qualquer coisa que você fizer ou em qualquer lugar em que você estiver você estará refletindo a glória de Deus. Uma grande aplicação para a sua vida: Viva o melhor da sua vida, viva o melhor dos seus sonhos, mas viva para a gloria de Deus.

    Pr. Carlos Roberto (Bob)
     

Páginas