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  • BOLETIM 299 - A CENTRALIDADE DO NOSSO AMOR POR CRISTO
    17/032019

    É possível amar de verdade e depois perder o amor pela família, pelo cônjuge, pelo namorado (a), pela vida? Por que isto acontece?

    Se isto acontece ao nível do nosso relacionamento humano, também acontece no plano espiritual. Espiritualmente perder nosso primeiro amor é quando Jesus não é mais tão precioso para nós.

    Texto base: Apocalipse 2:1-7.

    Vejamos o que o texto nos diz sobre Jesus. Primeiro, ele tem as Igrejas em suas mãos e anda no meio da Igreja. Ele é um Cristo que sustenta a Igreja e está no meio dela. Quão bom é saber que Cristo está no meio de nós! Mas também devemos nos lembrar de que o Cristo tem olhos de fogo. Ele vê e examina tudo que há nas igrejas. Isso é temeroso, mas também é bom, pois significa que Cristo conhece Sua Igreja e, portanto, não precisamos ser hipócritas diante dele; podemos confessar nossos pecados, pois ele já o sabe. Se pertencermos a Ele, Ele não nos condenará, mas, quando confessamos, Ele trabalha para nos tornar semelhante a Ele.

    Agora, vejamos o que Jesus conhecia da igreja de Éfeso?

    1) Seu trabalho (no original significa se esgotar em prol do trabalho). A igreja de Éfeso era uma igreja empenhada na obra do Senhor até o ponto de se esgotarem.

    2) Sua perseverança. Mesmo em meio a tanta resistência que havia em Éfeso contra cristianismo, eles perseveraram. Éfeso era uma cidade muito idólatra (templo de Diana) e que mexia com feitiçaria. Era uma igreja que tinha problemas vindo de fora e de dentro e mesmo assim eles perseveraram.

    3) Sua integridade. Eles não suportavam o homem mau. O conhecimento da Palavra que tinham conferia discernimento para testar as pessoas, saberem que eram más e rejeitá-las.

    4) Seu abandono do primeiro amor. No verso 4 tem uma virada: eles abandonaram seu primeiro amor. Precisamos entender que apesar de Jesus nos amar, Ele não deixa de notar nossos erros. Não podemos honrá-lo em determinadas áreas, mas deixar algumas de fora. Ele quer que o agrademos de todas as formas. E o que é perder seu primeiro amor? Perder nosso primeiro amor é quando Jesus não é mais tão precioso para nós. Saiba que o Senhor Jesus Cristo é um marido zeloso que quer o nosso amor. É maravilhoso pensar que o nosso amor por Jesus é assim tão importante para Ele. Todo cristão que já caminhou boa parte da jornada já passou por tempos de sequidão. Então, o que fazer quando deixamos o primeiro amor? O texto nos dá um remédio de 3 passos: (1) relembre-se, (2) arrependa-se e (3) retorne.

    1) Relembre-se: Apesar de todos defeitos que tínhamos quando nos convertemos tínhamos uma comunhão deliciosa com Cristo. Você consegue se lembrar quando Ele sussurrou para você: “os seus pecados, apesar de muitos, foram perdoados”. Você se lembra da alegria da comunhão com Cristo?

    2) Arrepender-se: Arrependimento é uma questão do coração. A igreja de Éfeso trabalhava duramente, mas mesmo assim Cristo afirmou ter largado o primeiro amor. Você pode estar lotado de atividades e mesmo assim não estar amando a Cristo plenamente.

    3) Retorne: E a pergunta final, como volto? Pense: O que é importante para um relacionamento íntimo de amor? Tempo junto! Você sabe por que nosso amor esfria? Por causa da busca das coisas deste mundo que reduzem nosso tempo com Cristo! Você tem separado tempo para estar só com o Senhor? Nada além de mergulhar nas Escrituras e encontrar-se com Cristo? Deixe tudo que entristece a Cristo, tudo que está entre você e Cristo e o busque! Aproveite o tempo que você está dirigindo para conversar com o Senhor. Cada momento esteja em comunhão com Ele. Deixe tudo que o distraí, jejue e busque o seu Cristo. Pode ser que no começo o primeiro amor não volte, mas ele virá! Ataque as coisas que o distraem de Cristo, mesmo que sejam coisas boas. Lute por seu amor por Cristo. Seja uma pessoa de oração e jejum! Aquilo que acaba com nosso relacionamento com Cristo é o pecado não arrependido. Se não tratarmos imediatamente esse pecado, ele nos levará a esfriar gradativamente na fé.

    Rev. Carlos Roberto (Bob)

  • BOLETIM 298 - DEUS ORDENA QUE SEJAMOS FELIZES?
    10/03/2019

    “Agrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração.” Salmo 37 .4

                   Deus nos criou para sua glória: Leia Isaías 43.6-7. Deus nos fez para engrandecer a sua grandeza – da mesma forma como telescópios ampliam as estrelas. Ele nos criou para colocar a sua bondade, sua verdade, beleza, sabedoria e justiça em exposição. A maior demonstração da glória de Deus vem do mais profundo prazer em tudo o que ele é. Isto significa que Deus recebe o louvor e nós ganhamos o prazer.

                   Todo homem deve viver para a glória de Deus – I Coríntios 10.31. Nosso dever vem do seu desígnio. Portanto, nossa primeira obrigação é mostrar o valor de Deus por estar satisfeito com tudo o que ele é para nós.

                   Todos nós falhamos em glorificar a Deus como deveríamos - Romanos 3.23. O que significa “destituídos da glória de Deus”? Significa que nenhum de nós confiou e estimou a Deus da maneira que deveríamos. Nós não ficamos satisfeitos com a sua grandeza e não andamos em seus caminhos. Temos buscado nossa satisfação em outras coisas, e as tratamos como mais valiosas do que Deus, e isso é a essência da idolatria (Romanos 1.  21-23). Desde que o pecado entrou no mundo todos nós temos sido profundamente resistentes a ter Deus como nosso tesouro todo-satisfatório (Efésios 2:3). Isto é uma ofensa contra Deus (Jeremias. 2. 12,13).

                   Todos nós estamos sujeitos à justa condenação de Deus “O salário do pecado é a morte...” Romanos 6.23. Todos nós diminuímos a glória de Deus. Como? Por preferir outras coisas acima dele. Por nossa ingratidão, desconfiança e desobediência. Então, Deus é justo em deixar-nos fora do gozo de sua glória para sempre. (2 Tessalonicenses 1. 9). A palavra “inferno” é usada no Novo Testamento doze vezes – onze vezes pelo próprio Jesus. Não é um mito criado por pregadores tristes e irritados. É um aviso solene do Filho de Deus que morreu para livrar os pecadores de sua maldição. Ignorar é um grande risco. Se a Bíblia parasse aqui na análise da condição humana, estaríamos condenados a um futuro sem esperança. No entanto, ela não para aqui...

                   Deus enviou seu único filho para oferecer a vida eterna e a alegria - 1 Timóteo 1. 15 . A boa notícia é que Cristo morreu por pecadores como nós. E ele levantou-se fisicamente dos mortos para validar o poder salvífico da sua morte e abrir as portas da vida eterna e da alegria (1 Coríntios 15.20). Isto significa que Deus pode absolver pecadores culpados e continuar sendo justo (Romanos 3. 25,26). Ir para Deus é onde toda a satisfação duradoura é encontrada.

                   Os benefícios adquiridos com a morte de Cristo pertencem àqueles que se arrependem e confiam nele - Atos 16.31. Nós não merecemos a nossa salvação (Romanos 4. 4,5). É pela graça por meio da fé (Efésios 2. 8,9). É um dom gratuito (Romanos 3.24). Teremos se estimá-lo acima de todas as coisas (Mateus 13. 44). Quando fazemos isso, o alvo de Deus na criação é realizado: Ele é glorificado em nós e estamos satisfeitos nele – para sempre.

                   1) Isso faz sentido para você? Você deseja este tipo de alegria que vem de estar satisfeito com tudo o que Deus é para você em Jesus? Se sim, então Deus está trabalhando em sua vida.

                   2) O que você deve fazer? Fuja das promessas enganosas do pecado. Chame Jesus para te salvar da culpa, punição e do aprisionamento. (Romanos 10. 13). Comece a depositar sua esperança em tudo o que Deus é para você em Jesus. Comece a ler a Bíblia para encontrar suas preciosas promessas, que têm poder para te libertar (2 Pedro 1. 3,4). A melhor notícia do mundo é que não existe qualquer conflito necessário entre a nossa felicidade e a santidade de Deus. Estar satisfeito com tudo o que Deus tem para nós em Jesus é engrandecê-lo como um grande Tesouro. “Você me deu a conhecer o caminho da vida, você vai me encher de alegria em sua presença, com prazeres eternos na sua mão direita”. (Salmo 16.11).

     

    Rev. Carlos Roberto (Bob)

  • BOLETIM 297 - ESPERANÇA PARA O CRISTÃO DESCONTENTE
    03/03/2019

    Tiago 1: 2- 4

                   O escritor francês Pascal Bruckner, autor do livro “A Euforia Perpétua”, acrescenta: “Produto interno bruto alto não é sinônimo de povo feliz. A França, um dos países mais ricos do mundo, é também onde se consome uma grande quantidade de antidepressivos”. O que você conclui da afirmação acima?

                   Doente ou saudável, solteiro ou casado, rico ou pobre, frutífera ou estéril, com fome ou fartos – independentemente da circunstância – podemos encontrar uma maneira de estar descontentes, independentemente da nossa situação na vida. O coração humano é impossível de satisfazer com condições temporais ou bens terrenos. Queremos sempre mais. A vida poderia ser sempre melhor. Como Charles Haddon Spurgeon justamente salientou, “lembre-se de que o contentamento de um homem está em sua mente, não na extensão de suas posses. Alexandre, o Grande, com todo o mundo a seus pés, chora por um outro mundo para conquistar.” Há um caminho melhor que leva à satisfação doce e à verdadeira felicidade.

                   É O CONTENTAMENTO DOCE. A infelicidade do cristão, o descontentamento e a forma como vemos a Deus estão diretamente ligados. Descontentamento grita: “Você merece o melhor!” E sussurra: “Deus não está dando o que você merece.” Esses gritos são falsos, mas o último sussurro é verdadeiro. Satanás é o mestre da mistura de mentiras com verdades.

                   É UMA MENTIRA QUE VOCÊ MERECE ALGO MELHOR. Essa declaração assume que você sabe o que é melhor e que os dons de Deus não são os melhores para você. A mentira leva a acreditar que você é mais sábio do que Deus e interpreta a direção de Deus para a sua vida como um ataque ao invés de um presente e misericórdia.

                   É VERDADE QUE DEUS NÃO ESTÁ DANDO O QUE VOCÊ MERECE. Nós merecemos a ira de Deus, mas recebemos novas graças. Como pode a doença, o sofrimento, serem consideradas misericórdias? Ao perceber que todas as manhãs nós não acordamos no inferno é um exemplo da misericórdia de Deus. Não há tragédia que possamos enfrentar que seja pior do que a ira santa de Deus. Ao mesmo tempo, não há prazer terreno que possa se comparar com a glória que há de ser revelada. (Romanos 8:18). À medida que lutamos diariamente contra o descontentamento, devemos interpretar tudo o que vem a nós como um motivo para se alegrar. Mais uma vez, Burroughs escreve: Tenha bons pensamentos de Deus e faça boas interpretações de seus planos para você. É muito difícil viver confortável e alegremente entre amigos quando se faz interpretações duras das palavras e ações dos outros.

                   MISERICÓRDIAS DE DEUS, NOSSA ALEGRIA: Como diz o escritor Chloe, a nossa insatisfação com a vida, inevitavelmente, nos leva a um ciclo de descontentamento, pecado, culpa e depressão, se não for devidamente controlada. Descontentamento acabará por levar ao pecado, o pecado à culpa, a culpa à depressão, e a depressão de volta ao descontentamento. Este ciclo lentamente destrói tudo o que encontramos e tocamos, deixando- nos sem alegria e vazios. Se nós alegremente interpretarmos tudo o que acontece – doença, morte, perda, pobreza – como ações de misericórdia em vez de julgamento, isso transformará a nossa forma de viver como cristãos. Devemos olhar para a Palavra de Deus para encontrar o conforto de que Ele realmente nos ama e faz o bem para nós. A Escritura diz: É Deus quem nos ajuda, por isso não temos nada a temer. (Isaías 41:13). Jeremias. 29:11: Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais.

    Rev. Carlos Roberto (Bob)

  • BOLETIM 296 - ENTUSIASMO QUE NOS FAZ FRUTIFICAR
    24/02/2019

                   Napoleão Bonaparte certa vez afirmou que o entusiasmo é a maior força da alma. Para o estadista, aquele que conseguisse conservá-lo teria poder para realizar qualquer coisa que viesse a desejar. Entretanto, parafraseando Albert Schweitzer, assim como os anos enrugam a pele, os que não conservam o entusiasmo farão enrugar a sua alma e muito pouco realizarão.

                   Em minha vida ministerial, tenho constatado o fundamento dessas palavras. Já perdi a conta de quantas vezes pessoas entusiasmadas me procuraram se disponibilizando para ajudar nos ministérios da igreja.  Irmãos que não podiam se conter, tamanho seu entusiasmo diante da possibilidade de gerar muitos frutos e realizar grandes feitos servindo ao Senhor. Inicialmente, costumava ouvi-los com incontida alegria e emoção. Divulgava a todos e, ansioso, aguardava o dia em que, de fato, teria sua companhia para juntos realizarmos mais e melhor, afinal, juntos somos melhores. Hoje, no entanto, já não consigo evitar o pensamento: “Será que o entusiasmo vai durar até amanhã ou assim que terminarmos a conversa ele já terá se dissipado?” Após longas esperas, aprendi que o dia tão aguardado normalmente teima em não chegar. Às vezes, chegam desculpas e justificativas que, inevitavelmente, trazem consigo muita frustração e decepção.

                   Também identificado enquanto paixão, o entusiasmo, normalmente, surge de modo arrebatador, mas assim como vem, logo se vai. Em diversas ocasiões, as Escrituras narram situações em que o povo de Deus se entusiasmava em resposta a alguma ação divina espetacular e então renovava a aliança com o Senhor, comprometendo-se a servi-Lo e segui-Lo fielmente. Contudo, seu compromisso era efêmero, fugaz, nada duradouro. Bastava um novo amanhecer para ser prontamente negligenciado e esquecido.

                   Jesus experimentou em sua carne a mudança de comportamento de seguidores entusiasmados que num dia o aclamavam Rei e noutro clamavam: ”Crucifica-o!” Como explicar uma mudança tão radical? A meu ver, havia entusiasmo, mas faltava fundamento, convicção.

                   Convicção gera entusiasmo, mas a recíproca, na maioria dos casos, não é verdadeira. Entusiasmo com convicção produz compromisso e este produz frutos abundantemente. Entusiasmo sem convicção se dissipa diante da diversidade de possibilidades e/ou dificuldades.

                   Enquanto discípulos de Cristo, somos chamados para ir além do entusiasmo, ou melhor, usá-lo como uma força propulsora que nos arranque da passividade e nos leve a realizar Seus propósitos. Não o faremos sem a convicção de que esses propósitos implicam, necessariamente, em frutificar, pois, como ramos da videira, assim fomos nós enxertados nEle, a videira verdadeira, que nos conclama a produzir muitos frutos (cf. João 15.1-3).

                   Embasados nessa convicção, comprometamo-nos e, assim, frutifiquemos para que não aconteça conosco o que aconteceu com a figueira estéril que, diante de Jesus, sem fruto algum, recebeu dEle uma dura palavra de condenação vindo a secar desde a raiz. (cf. Marcos 11.20 e Mateus 21.18-22).

     

                   Deus nos ajude!

    Rev. Carlos Roberto (Bob)

  • BOLETIM 295 - Discipulando da semeadura até a colheita (Marcos 4.28)
    17/02/2019

    Você se lembra daquela experiência de plantar o feijão no algodão quando estávamos no primário? A expectativa era grande para ver o feijão brotar! Observávamos cada etapa do como algo extraordinário. Este é o milagre da vida. Jesus comparou a vida cristã muitas vezes com o trabalho no campo. A semente é Palavra de Deus e nós somos os semeadores. Mas como podemos ser a semente e o semeador ao mesmo tempo? Tudo começa com uma semente que brota, cresce e depois de seu próprio fruto, outras sementes são plantadas. Primeiro somos semeados e depois de frutificar podemos espalhar nossas sementes cumprindo o papel do semeador.

    Ninguém nasce pronto. É preciso crescer. Jesus deixou bem claro este processo ao dizer que “A terra por si mesma frutifica: primeiro a erva, depois, a espiga, e, por fim, o grão cheio na espiga” (Marcos 4.28). O crescimento não acontece de uma vez, mas sem que o semeador perceba (Marcos 4. 27) o processo acontece.

    Vamos refletir sobre este processo do crescimento espiritual da semeadura até a colheita:

    1- SEMEAR: “A terra por si mesma frutifica”. Quando o terreno está bom para o plantio, a terra produz. Muitas pessoas dizem que já conhecem a Palavra de Deus. A semente já foi semeada em seus corações. Mas será que ela brotou? A tarefa do semeador descrita por Jesus não é escolher onde jogar a semente. Deve semear por todo lado. Deus é quem vê cada coração e fará germinar a semente

    2- CRESCER: “primeiro a erva”- Quando a semente eclode seu primeiro caule, manifesta-se o milagre da vida. De dentro daquele grão abaixo da terra, sem que ninguém veja, o broto sobe rasgando a terra em busca de luz. As condições climáticas e do solo determinam o crescimento da planta. Além de um terreno apropriado, precisa de água e muita luz. Na vida cristã, o crescimento espiritual é algo tão fascinante quanto a natureza. O novo convertido precisa, além de um terreno fértil em seu coração, de um clima de luz e umidade. Receba da água da Vida – Jesus, e deixe a luz brilhar em seu coração!

    3- DESENVOLVER: “depois, a espiga”- Quando a espiga começa a aparecer significa que a planta está se desenvolvendo satisfatoriamente. Jesus definiu que este desenvolvimento só vem ‘depois’ que houve a semeadura e o crescimento da planta. Uma planta saudável deve ter o mesmo tanto de raízes no subsolo que folhagens externas. O crescimento vertical é importante, mas se a planta apenas crescer sem criar corpo para se sustentar, estará fragilizada podendo ser derrubada pelo vento ou chuva, de modo que poderia perder todo o trabalho de até então. Crescer é muito bom porque todos vêm, mas o desenvolvimento é interno. A vida cristã precisa ser fortalecida a cada dia. As experiências do dia a dia, somadas à vida de oração e estudo da Palavra são ferramentas para fortalecer a espiritualidade. Alimente-se espiritualmente para desenvolver na fé!

    4- FLORESCER: o pendão: Toda planta floresce antes de dar fruto. A quantidade de flores determinará a colheita. Quando o crente está amadurecendo espiritualmente e começa a dar indícios de frutos. Os dons espirituais são como as flores que embelezam a fé. Com o passar do tempo o cristão começa a sentir-se capacitado para ministrar, pregar, testemunhar e exercer seus dons na obra de Deus. O tempo de florescer é cheio de alegria que enfeita a vida espiritual. A pessoa não vê mais as dificuldades, e sim as possibilidades de milagres. Difícil é fechar os lábios que não se aguentam de tanta vontade de cantar e pregar a Palavra de Deus. Sua vida espiritual já floresceu?

    5- FRUTIFICAR: “por fim, o grão cheio na espiga”- o tempo de frutificar vem ‘por último’. Há um tempo para tudo, para plantar e para colher (Eclesiastes 3.2). Até chegar este tempo de colher, certamente muitas lágrimas foram necessárias (Salmos 126.5). Mas vale a pena esperar.

    A partir do fruto colhido, sementes são extraídas e lançadas no solo para do mesmo modo crescer, desenvolver, florescer e novamente frutificar. Os frutos são a recompensa de tanto trabalho e dedicação. Os frutos da vida cristã são os resultados do discipulado. A pessoa começa a evangelizar, testemunhar. Através de seu testemunho, pessoas aceitam a Jesus, seguem a mesma jornada cristã. E o processo reinicia. Prepare-se para dar frutos discipulando vidas!

    Rev. Carlos Roberto (Bob)

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