Informativos / Boletins

  • BOLETIM 271 - “POIS ESTA É A VONTADE DE DEUS, A VOSSA SANTIFICAÇÃO...” I Tessalonicenses 4.3
    26/08/2018

    Neste domingo ministraremos o tema: Uma Igreja Viva busca a santidade na prática. Pretendemos com este tema destacar que à igreja para ter mais autoridade na pregação do evangelho, tem que dar relevância a doutrina da santificação. E quando olhamos à Bíblia, aprendemos com a vida dos apóstolos, onde eles buscavam incessantemente uma vida de santidade, para ganharem a audição e visão das pessoas. Logo, observemos a ousadia dos apóstolos Pedro e João (Atos 3. 1-4), que falaram para um paralítico, “Olhe para nós”. Assim, também nós, tenhamos esta coragem ao falar para as pessoas olharem para as nossas vidas. Dessa forma, tiremos esta doutrina do arquivo morto, das prateleiras de nossas vidas e vivamos de fato em santidade de vida, para que as pessoas possam ver Cristo em nós e assim recebê-lo como Senhor e Salvador de suas vidas.

    Entendemos que é através da santificação que somos lapidados para que a glória do Senhor se veja em nós. É um processo de crescimento contínuo, constante pelo qual o Espírito Santo vai afirmando as nossas emoções, temperamentos, comportamentos, caráter, vida, até que sejamos “tomados de toda a plenitude de Deus”.

    Sabemos biblicamente que a perfeição somente se dará no novo céu e nova terra, quando entrarmos à cidade santa tendo o corpo totalmente transformado. Enquanto tivermos aqui no mundo, vamos enfrentar uma forte luta contra o pecado.

    Assim, vejo que somos santificados em Cristo - Ele nos purificou na cruz de todo o pecado e nos dá o direito à santificação final no céu. Vejo também na Bíblia, base para crer que no caminhar diário, não para comprar benefícios de Deus ou anular o sacrifício na cruz de Cristo, mas na busca de uma adoração mais perfeita, de uma gratidão mais sincera e testemunhar o Evangelho, participamos deste processo , lutando contra o mal para sermos santos. A responsabilidade é nossa.

    Acrescento estas explicações iniciais, pois vejo como verdade o que disse Lutero: “Somos como pêndulo do relógio – ou num extremo ou no outro”. Neste assunto também se tem assumido posições extremas.

    Alguns creem na santificação completa aqui, anulando o sacrifício de Jesus e a obra do Espírito Santo na vida, colocando o esforço humano como o básico neste processo.

    Outros negam a participação humana, assumindo a ideia de que a “graça de Deus” não exige responsabilidade. Um liberalismo acomodado.

    Na Bíblia, o cristão é convidado a não se entregar ao pecado, a fugir do pecado. J. Dwigth Pentecost no seu livro: A SÃ DOUTRINA (Editora Mundo Cristão) divide este tema assim:

    SANTIFICAÇÃO POSICIONAL: “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, MAS FOSTES SANTIFICADOS, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.” I Coríntios 6. 9-11. Quando aceitamos Jesus nos tornamos santos.

    SANTIFICAÇÃO FINAL: “Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é.” I João 3.2. Quando Jesus voltar, seremos totalmente santos.

    SANTIFICAÇÃO EXPERIMENTAL: “nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniquidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça.” Romanos 6.13. Participamos do processo de santificação.

    Então, somos convidados, desafiados a não nos entregarmos ao pecado. No entanto, a reagirmos, a não aceitarmos como natural, a não acomodarmos. Mas, clamarmos ao Senhor, graça e poder para vivermos uma vida que, a cada dia se aproprie mais desta benção: a santificação.

    Encerro no desejo ardente de que, por obra do Espírito Santo, todos nós sejamos despertados para a Santificação de nossas vidas. E também, com a promessa de Deus ao povo de Israel: “Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós” ( Josué 3.5).

    Que Deus te abençoe muito neste propósito!

    Rev. Carlos Roberto (Bob)

  • Boletim 270 - DEUS ACOLHE E NOS CHAMA A ACOLHER A TODOS
    19/08/2018

    Texto base: Atos 10

    Então, falou Pedro, dizendo: Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas; pelo contrário, em qualquer nação, aquele que o teme e faz o que é justo lhe é aceitável. (Atos 10.34-35)

    O pluralismo de ideias é uma marca da nossa geração. Somos constantemente chamados pela mídia a reconhecer e respeitar as diversas formas de pensamento existentes. Mas, muitas vezes isso traz dificuldades, pois nossa maneira de olhar à luz da Palavra, em algumas situações, entra em conflito com os princípios da sociedade. E, diante disso, somos muitas vezes julgados como intolerantes, um grupo que não aceita as pessoas do jeito que são.

    O texto acima é um momento de lidar com problemas de diferença de visões. Por muitos anos o povo havia sido instruído a não se envolver com pessoas de outros povos, uma vez que seriam levados a adorar outros deuses. Mesmo com essa ordem, o povo, por vezes, desobedecia, e acabava caindo na idolatria. Para mudar isso, o povo começou a criar leis humanas, tornando-se mais rígido do que de fato a Lei exigia, fechando-se quase que totalmente às pessoas que quisessem se tornar judias.

    Quando a igreja começou, foi iniciada uma nova mentalidade. Os judeus, convertidos ao cristianismo, tinham dificuldade de se relacionar com os gentios, ou seja, não judeus. Diante disso, Pedro recebe uma visão e é levado até a casa de um gentio chamado Cornélio para pregar o evangelho. Com a pregação, o Espírito é derramado sobre os gentios. Ou seja, Deus não rejeita os gentios. Ele acolhe a todos.

    Na visão, Pedro é chamado a agir da mesma forma. Uma vez que sejam aceitos por Deus, Pedro não deve considerá-los “comuns”, ou seja, impuros. Pedro, como líder da igreja, é chamado a abrir as portas para todos.

    Igreja não é lugar de gente perfeita, já que ninguém é perfeito. Igreja é lugar de pecadores que, transformados por Cristo, buscam se parecer com Ele. É lugar de imperfeitos que buscam o Perfeito, que vai nos formando com o caráter dEle dia após dia. Somos imperfeitos em busca da perfeição. No nosso meio sempre cabe mais imperfeitos.

    Assim, o chamado de Pedro é o nosso chamado. Deus nos acolheu sem merecermos. E ele acolheu a TODOS. Acolhidos sem merecer, não podemos nos dar ao luxo de excluir ninguém. Atos é o livro que mostra uma Igreja Viva. E, diferente do que nossa sociedade pensa, podemos ver que a Igreja Viva aqui é uma comunidade que acolhe a todos com amor. A Igreja é o lugar instituído por Deus para o acolhimento do mundo.

     

    Lic. Valter Matheus de Carvalho Silva

  • Boletim 269 - UMA IGREJA QUE SERVE NA CAPACITAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO - I Coríntios 12
    12/08/2018

    “A manifestação do Espírito é concedida a cada um visando um fim proveitoso” I Coríntios 12.7

    Todo aquele que crê em Cristo, é introduzido na igreja de Deus, o corpo de Cristo, pela obra do Espírito Santo. Nenhuma denominação religiosa ou rito sagrado pode nos fazer participantes da igreja, cujos membros estão arrolados no céu, senão o Espírito Santo. Todo crente recebeu o Espírito Santo. E se todo crente recebeu o Espírito Santo também recebeu dons para serem usados para a glória de Deus, para engrandecimento do nome de Cristo e para edificação da Igreja. Se você é um filho de Deus, ele quer usá-lo! O Espírito Santo é o capacitador dos salvos, para o serviço de Deus. Ele concede dons diversos aos filhos de Deus, segundo sua soberana vontade. Esses dons são uma capacitação especial para o desempenho do ministério. Não há nenhum salvo sem dom espiritual e nenhum salvo com todos os dons. No corpo de Cristo não pode existir complexo de inferioridade nem complexo de superioridade; deve sim, existir mutualidade. Esses dons devem ser exercidos não para a glória pessoal de cada membro, mas para a edificação e crescimento do corpo de Cristo, bem como para a glória de Deus.

    Portanto, Os dons espirituais são uma capacitação sobrenatural dada pelo Espírito Santo aos membros do corpo de Cristo para o desempenho do ministério. Os dons são capacidades específicas, que Deus nos dá através do Espírito Santo, para que possamos servi-lo melhor. Nenhum membro pode considerar-se superior nem inferior aos demais. Todos os membros são importantes e interdependentes. Servem uns aos outros. Pelo exercício dos dons espirituais as necessidades dos santos são supridas, de tal forma que, numa humilde interdependência todos os salvos crescem rumo à maturidade, à perfeita estatura do Varão perfeito, Cristo Jesus.

    Uma igreja sem dons é como um cadáver. A vida da igreja são os seus dons. É por isto que não é possível haver um crente sem dons. Não pode haver um crente sem que nele habite o Espírito Santo.

    A igreja é uma comunidade de pessoas diferentes. O mistério de Deus, de que fala Paulo várias vezes, é fazer estas pessoas diferentes agirem segundo Seu conselho. A igreja é a família de Deus, composta, portanto, por pessoas diferentes (como na família humana).

    A igreja é um corpo onde Deus vive e através do qual ele opera. "Se você quer encontrar Deus no mundo de hoje, Seu endereço é "a igreja", (Ray Stedman) não apenas quando ela está reunida, mas quando os seus membros estão em ação, onde quer que vivam. A igreja não é apenas seus membros reunidos. Uma igreja não acontece nos seus encontros dominicais. Portanto, Os dons espirituais são uma capacitação sobrenatural dada pelo Espírito Santo aos membros do corpo de Cristo. E o apóstolo Paulo destaca que o tema dos dons espirituais é muito importante, porque é por meio deles que Cristo edifica a sua igreja e por deles que a igreja edifica o mundo.

    Rev. Carlos Roberto (Bob)

  • Boletim 268 - Uma Igreja Viva
    05/08/2018

    Numa época de contestação às instituições sociais, políticas, culturais e religiosas, nenhuma instituição tem sido tão contestada em sua razão de ser, estrutura e valores, como a Igreja.

    Ela é vista ora como um clube religioso, ora como um grupo de ação política e ora como um grupo de fanáticos tentando impor normas já de há muito ultrapassadas a um mundo de avançada tecnologia.

    A Igreja instituída por Cristo há quase dois mil anos é ainda a mais atual, necessária e poderosa força para a transformação e salvação do homem.

    Entretanto, ela só atingirá esse alvo enquanto operar na compreensão de que para servir ao Deus Vivo é preciso ser uma Igreja Viva. Sempre que os cristãos se dispuseram a dar um testemunho rico de significado e efeito,  vivendo em comunhão com Deus, amando e equipando os de dentro e amando e evangelizando os de fora, saindo das quatro paredes dos templos para um relacionamento efetivo com o povo de sua cidade ou do seu bairro, agindo de fato  como membros de uma Igreja Viva – Tornando uma Igreja Missionária na Comunidade.

    Desta forma, temos um apelo para cada membro da Igreja do Parque, conforme a mensagem bíblica, que a Igreja de Cristo, não é o local, mas sim você, eu e nós que temos a vida eterna. Que sejamos uma Igreja Viva.  Bill Hybes em um dos seus livros pergunta: “Qual é a igreja mais importante do mundo?” “É a igreja que Deus está edificando dentro de você.”

    Mediante este apelo, quais são os sinais de uma igreja viva que ainda hoje pode abalar o mundo?  Creio que um dos sinais de uma igreja viva é uma igreja que caminha junto. Uma igreja viva se preocupa verdadeiramente com os irmãos e não só almeja o crescimento espiritual de seus irmãos, como também está disposta a fortalecê-los na caminhada quando os passos estiverem fracos. Uma igreja viva é uma igreja que está unida, como um só corpo, e que não se limita às paredes do templo durante os cultos de domingo. Uma igreja viva vai além, muito além.

    Por conseguinte, o tema da nova série de mensagens, que iniciaremos na Igreja do Parque “UMA IGREJA VIVA”, está relacionado que à vitalidade da igreja deve merecer a atenção de todos os membros que desejam ser fiéis à sua vocação, cumprindo eficazmente a sua missão. Cada cristão, na condição de membro do Corpo de Cristo, deve buscar a sua saúde espiritual, a fim de contribuir para a vitalidade do Corpo.

    Assim, ministraremos hoje e nos próximos domingos as marcas que caracterizam uma Igreja Viva e, que são inconfundíveis. Elas precisam ser cultivadas, com o auxílio do Espírito Santo, para que se tornem evidentes em tudo o que a nossa igreja fizer. São elas: Uma comunidade que vive e celebra a comunhão cristã; Uma comunidade que serve na capacitação do Espírito Santo; Uma comunidade que acolhe com amor a todos; Uma comunidade que busca a santidade na pratica; Uma comunidade que evangeliza como um chamado à obediência.

    Sempre com uma visão bíblica, para ministrar através dos temas, que uma igreja viva:  vibra com a presença do Espírito Santo; se alegra com a comunhão dos irmãos; respeita as diferenças, discerne o momento. Uma igreja viva é fiel a Bíblia, ama as pessoas e prega o evangelho. Contudo, amá-las significa compreendê-las e comunicar-se com elas. Pregar o evangelho significa proclamá-lo sobre a Palavra que se tornou carne – portanto proclama que o corpo de Cristo deve se encarnar em toda expressão cultural.

    Portanto, este tema relacionado à vitalidade da igreja deve merecer a atenção de todos os irmãos da Igreja do Parque, que desejam ser fiéis à sua vocação, cumprindo eficazmente a sua missão.

    Pois bem, concluímos que essa série propõe uma reflexão sobre o que significa ser uma Igreja Viva, segundo o modelo apresentado na Palavra de Deus.

    Que o Senhor, com sua imensa graça, nos aperfeiçoe continuamente.

     

    Rev. Carlos Roberto (Bob)

  • Boletim 267 - CHAMADOS PARA MULTIPLICAR (Marcos 6.30-44)
    27/07/2018

    O milagre da multiplicação dos pães. De todas as questões que envolvem este acontecimento extraordinário, quando mais de 5 mil homens (se contarmos mulheres e crianças, com certeza bem mais de 10 mil pessoas) comeram com abundancia a partir do repartir de apenas 5 pães e 2 peixes, o que nós devemos mesmo buscar entender é: Este milagre aconteceu por cinco razões principais que queremos destacar:

    Este milagre foi motivado por amor (Marcos 6.34). Ao realizar este milagre, Jesus não tinha qualquer outra motivação a não ser sua compaixão por aquele povo que tinha fome, eram como ovelhas sem pastor, e estavam perdidas e exaustas. Ele viu o povo, sua necessidade, e teve compaixão. Ele não queria fama, ou reconhecimento, ou dinheiro, mas apenas agir em direção às necessidades de tantas pessoas. Amor era sua única motivação. A atitude de seus discípulos até aquele momento ainda era bem diferente. Eles disseram a Jesus para mandar aquele povo embora. Não é assim que muitos agem diante de um problema? “Não tem jeito”, “é impossível”, “eu não posso fazer nada”, “o pouco que posso fazer não fará diferença alguma”. Mas não podemos agir assim, porque as pessoas estão famintas e o mundo que nos cerca está perdido e precisando desesperadamente de alguém que se importe.

    Este milagre aconteceu porque Jesus deu uma ordem muito difícil aos seus discípulos (Marcos 6. 37). Jesus lhes ordenou que alimentassem toda aquela multidão. Como assim? No meio do deserto arrumar comida para tanta gente. Ainda que tivesse onde comprar, custaria muito dinheiro. Dá pra perceber quer Jesus também nos deu uma ordem semelhante? Ele disse para irmos a todo o mundo e anunciar a todos os moradores da terra a sua mensagem de salvação (Mateus 28.19-20). Dá pra entender a reação dos discípulos por desafios como esse sempre geram insegurança, medo e nos levam a ver dificuldades em tudo. Mas, Jesus não esperava que eles fizessem um milagre, mas que, movidos pelo mesmo amor e pela mesma visão de compaixão e salvação, ao menos tentassem fazer algo.

    Este milagre exigiu uma séria disposição ao sacrifício e a renuncia (João 6.9). Os discípulos resolveram fazer pelo menos o que poderiam fazer e saíram para tentar encontrar alguma coisa. Encontraram um garoto que tinha consigo 5 pães e 2 peixes. Muito pouco, mas diante da imensa necessidade e do pedido de Jesus, ele decide entregar tudo o que tinha. E sua atitude abriu a porta para que tudo acontecesse e para que nós hoje aprendêssemos essa lição: todo milagre, em geral, custa alguma coisa mesmo. No mínimo, é preciso sair do conforto e enfrentar o desafio. Vivemos num mundo perdido, onde as pessoas estão aflitas, deprimidas, desorientadas e com um imenso vazio espiritual. E somos como aquele menino: o que temos? Nossa fé, nosso testemunho de vida, nossa experiência de salvação e esperança, nossa célula, nossa igreja, Deus espera que a gente divida isso com as pessoas ao nosso redor. Basta colocar a nossa vida em Suas mãos, que o resto Ele mesmo fará.

    Este milagre aconteceu porque houve uma intervenção divina (Marcos 6. 41). Deus agiu quando os discípulos e aquele menino agiram. O milagre só foi liberado quando os discípulos tiveram a disposição de tentar e de trazer algo para Jesus. O que podiam fazer era bem pouco, mas que era o melhor que conseguiram. É só isso mesmo que Deus espera de nós: que pelo menos tentemos fazer tudo o que está ao nosso alcance, pagando o preço de sacrifício, e Ele fará o milagre.

    Os discípulos escolheram não tentar fazer sozinho, mas trabalhar com Jesus e sob suas ordens. E o resultado desta parceria nós conhecemos: um tremendo milagre. Além disso, o texto revela que sobraram 12 cestos cheios de pães, um símbolo pratico do ensino de Jesus, que afirmou ter vindo ao mundo para nos dar uma vida em abundancia (João 10.10). Com certeza aquele garoto voltou pra casa cheio de pães para repartir e abençoar a sua casa. Esta história é uma ilustração da visão de Deus para nós. Jesus viu as multidões aflitas e sentiu compaixão. Somos como aqueles discípulos. Nossas dificuldades e limitações devem ser um estímulo para buscarmos uma solução em Deus. Precisamos sair da nossa zona de conforto. É um privilegio sermos convidados pelo Rei do Universo a fazer parte da construção do Seu projeto. Entendemos que cada crente é um discípulo e um ministro de Deus. Queremos todos da Igreja do Parque comprometidos com a Grande Comissão: fazer discípulos e cuidar muito bem deles.

    Rev. Carlos Roberto (Bob)

Páginas