Informativos / Boletins

  • 134 - As Sutilezas das Aparências
    18/10/2015

    “Os bárbaros trataram-nos com singular humanidade...” Atos 28.2 Não raramente pessoas adquirem produtos atraídos pela publicidade ou mesmo pela embala- gem e depois se decepcionam com o conteúdo. O pior é que essa prática do engano acontece no dia a dia das pessoas, quando a boa aparência e habilidades são usadas para benefício pró- prio não apenas na indústria e no comércio em geral, mas nos relacionamentos pessoais. Nos relacionamentos, é mais cômodo muitas vezes continuar enganando-se e sendo enganado do que se dedicar à tarefa de separar o verdadeiro do artificial, a verdade do engano, a clareza da falsidade. As aparências enganam, e o engano não procede de Deus, mas do inimigo Satanás. Certamente o ser humano não é exatamente o que muitas vezes aparenta ser. Diz o Rev. Her- nandes Dias Lopes: “Somos não o que sentimos que somos nem o que as pessoas dizem que somos. Somos quem Deus diz que somos.” Deus sabe exatamente quem é cada um de nós. Cristãos atraídos pela vaidade do que vê nos outros, são tão culpados diante de Deus como os hipócritas que vendem aparências de santidade. Infelizmente, a preocupação com a aparência diante das pessoas, supera em alta escala a preocupação com a aparência diante do Deus Eterno; o qual é o Salvador, o Senhor do Universo, o Todo-Poderoso, onisciente e onipresente, a quem cada um de nós terá de prestar contas, e que já nos disciplina neste mundo.

  • 133 - Em QuE Confiamos
    11/10/2015

    O profeta Isaías relacionava suas mensagens e experiências com Deus aos fatos da vida política. Por isto, encontramos a expressões “No ano em que” em quatro lugares do livro. A mais famosa é a do capítulo 6: “No ano em que o rei Uzias morreu, eu vi o Senhor assentado num trono alto e exaltado, e a aba de sua veste enchia o templo” (Isaías 6.1).

  • 132 - Como Deus quer que você viva?
    04/10/2015

    No texto de Atos 2.37 depois de Pedro pregar no dia de Pentecostes, os que estavam presentes “ficaram aflitos em seu coração e disseram: irmãos, que faremos?” A igreja primitiva respondeu com ação imediata: arrependimento, batismo, venda de bens, pregação do evangelho.

  • 131 - Quando Deus é tudo o que você tem, Então Ele é tudo o que você precisa.
    27/09/2015

    Billy Joe Daugherty afirmou: “Não é difícil encontrar Deus! No entanto, existe uma condição: precisamos buscá-lo com todo o coração.” Você sempre terá problemas se tentar conduzir a sua vida sem Deus. Está registrado em 2 Cônicas 32.8: “ Conosco está o Senhor, o nosso Deus, para nos ajudar e para travar as nossas batalhas.” Deus, o supremo e insuperável guerreiro, habita em você. Se você é um soldado de Cristo, não se preocupe com a opinião pública. Preocupe-se apenas com a opinião de seu Comandante. Se você teme a Deus, não precisa temer mais nada.

  • 130 - AMAR E SEUS RISCOS
    20/09/2015

    Biblicamente, é no amor que o homem se realiza e tornar-se livre. A liberdade de Jesus deu-se no ato de amar, de dar-se ao outros e, sobretudo, no seu relacionamento afetivo e obediente com o Pai. Foi nesta relação de amor com o Pai que Jesus encontrou a liberdade para subir ao calvário. Ao ouvir a voz do céu dizendo: “Este é o meu filho amado em quem tenho o meu prazer”, Jesus encontrou ali toda a segurança e direção para o exercício da sua ocação. A forma como ele haveria de exercer o seu poder messiânico foi determinada pela relação com o Pai. Ao ser tentado no deserto pelo Diabo, o que estava em jogo era exatamente esta relação. Ao dizer: “Se és Filho de Deus...” a dúvida estava lançada. A primeira tentação não foi a de transformar pedras em pães, mas de colocar sob suspeita a “voz de céu” que Jesus acabara de ouvir no Jordão. Se Jesus tivesse ali transformado as pedras em pães, teria sido um ato de incredulidade e não de fé. E assim foi em todo o seu ministério. A centralidade do Pai na sua vocação foi à fonte de sua liberdade e realização. Uma das características mais fortes da modernidade é o individualismo. Talvez, seja ele a realidade que mais nos aproxima do pecado original. A busca pela autonomia individual é a necessidade maior do ser humano para sentir-se livre e realizado, uma vez que a realização e a liberdade são conquistadas no mundo profissional que, pela sua natureza competitiva, é individualista. Por outro lado, assumir que somos seres relacionais, e que só encontraremos a liberdade e a pessoalidade no ato de amar, traz todos os riscos que esta aventura impõe sobre nós. Estes riscos foram bem descritos por C. S. Lewis que afirma:

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