Informativos / Boletins

  • 130 - AMAR E SEUS RISCOS
    20/09/2015

    Biblicamente, é no amor que o homem se realiza e tornar-se livre. A liberdade de Jesus deu-se no ato de amar, de dar-se ao outros e, sobretudo, no seu relacionamento afetivo e obediente com o Pai. Foi nesta relação de amor com o Pai que Jesus encontrou a liberdade para subir ao calvário. Ao ouvir a voz do céu dizendo: “Este é o meu filho amado em quem tenho o meu prazer”, Jesus encontrou ali toda a segurança e direção para o exercício da sua ocação. A forma como ele haveria de exercer o seu poder messiânico foi determinada pela relação com o Pai. Ao ser tentado no deserto pelo Diabo, o que estava em jogo era exatamente esta relação. Ao dizer: “Se és Filho de Deus...” a dúvida estava lançada. A primeira tentação não foi a de transformar pedras em pães, mas de colocar sob suspeita a “voz de céu” que Jesus acabara de ouvir no Jordão. Se Jesus tivesse ali transformado as pedras em pães, teria sido um ato de incredulidade e não de fé. E assim foi em todo o seu ministério. A centralidade do Pai na sua vocação foi à fonte de sua liberdade e realização. Uma das características mais fortes da modernidade é o individualismo. Talvez, seja ele a realidade que mais nos aproxima do pecado original. A busca pela autonomia individual é a necessidade maior do ser humano para sentir-se livre e realizado, uma vez que a realização e a liberdade são conquistadas no mundo profissional que, pela sua natureza competitiva, é individualista. Por outro lado, assumir que somos seres relacionais, e que só encontraremos a liberdade e a pessoalidade no ato de amar, traz todos os riscos que esta aventura impõe sobre nós. Estes riscos foram bem descritos por C. S. Lewis que afirma:

  • 129 - O Caminho da Transformação Genuina
    13/09/2015

    Atingir uma espiritualidade saudável, madura não é fácil. É necessário um treinamento rígido, que passamos a receber quando tornamo-nos obedientes a Deus. Esse preparo requer sacrifício: é preciso que desprezemos o pecado, tenhamos paixão pela santidade e equilibremos o nosso trabalho com uma vida madura.

  • 128 - “Independência ou Morte!” ou “Dependência e Vida!”
    06/09/2015

    Denomina-se Independência do Brasil o processo que culminou com a emancipação política desse país do reino de Portugal, no início do século XIX. Oficialmente, a data comemorada é a de 7 de setembro de 1822, quando ocorreu o episódio do chamado "Grito do Ipiranga". De acordo com a história oficial, nesta data, às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Príncipe Regente D. Pedro de Alcântara de Bragança (futuro imperador Dom Pedro I do Brasil), bradou perante a sua comitiva: Independência ou Morte! Determinados aspectos dessa versão, no entanto, são contestados por alguns historiadores em nossos dias

  • 127 - O Deus que nunca esquece...
    30/08/2015

    A memória Divina é capaz de registrar tudo na história da humanidade. Não há limites para o conhecimento de Deus sobre cada detalhe do universo, desde uma folha de uma árvore até o nascimento de uma criança (Salmos 139.13,14).

  • 126 - Deus é por você, não contra você!
    23/08/2015

    Jesus ofereceu misericórdia a pessoas que mereciam julgamento. No capítulo 4 de Lucas, Jesus levantou-se diante da sinagoga de sua cidade natal e leu a profecia de Isaías a respeito da missão do Messias (que deveria ser também a nossa missão!). Jesus disse: “Hoje se cumpriu a Escritura que vocês acabaram de ouvir” (conforme Lucas 4.21).

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