Informativos / Boletins

  • 228 - AMOR A CRISTO
    08/10/2017

    Eu amo a Cristo. Gostaria de falar sobre os motivos do meu amor pelo Senhor.

    Eu amo a Cristo porque ele me ama. Aos 16 anos o conheci, e nada mais importante que isso aconteceu na minha vida até hoje. Nesses anos de convívio com meu amado Senhor, percebo quanto sua mensagem e providência me protegeram.

    Eu amo a Cristo porque ele ama a verdade. Nem toda verdade tem o mesmo peso de importância para a nossa vida. Há grande diferença entre  conhecer muitas coisas e conhecer o essencial. De que vale você e eu sabermos discorrer sabiamente sobre o curso dos astros, se ignoramos quem somos, de onde viemos e para onde vamos? Cristo, em toda a sua vida pública, chamou o homem para tomar consciência de seu pecado, buscar reconciliação com Deus, receber perdão, aprender a amar e livrar-se da morte eterna. Há verdade mais importante que essa?

    Eu amo a Cristo porque ele ama os pecadores. No relacionamento bíblico, nós o vemos sempre em busca de gente problemáca e carregada de culpa. Jamais aconteceu de ele não tratar com candura o pecador moído pela dor do arrependimento. Com Cristo aprendemos a confiar mais na misericórdia de Deus do que na nossa inocência. 

    Eu amo a Cristo porque ele ama o oprimido. Os mais diferentes pos de seres humanos encontram abrigo no coração de Jesus, mas nas Escrituras vemos com clareza quanto Jesus dedicou sua vida aos pobres, doentes, mentalmente perturbados, deficientes físicos, solitários, “perdedores”. O Senhor Jesus jamais ignorou a dor humana.

    Eu amo a Cristo por que ele ama o Pai. Num mundo em que muitos menosprezam quem criou o universo, passou por este planeta alguém que podia dizer: “A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra” (João 4.34). Ele foi obediente, por amor, até a morte. Nisto consiste a felicidade de Deus, na mútua contemplação da beleza das pessoas na Trindade.

    Que você proclame também os motivos de seu amor, tal como o apóstolo Paulo, que podia dizer: “logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gl 2.20).

    Rev. Carlos Roberto (Bob)

    Adaptado do Livro Teologia da Trincheira de Antonio Carlos Costa

  • 227 - A PEDAGOGIA DE DEUS NO FRACASSO
    01/10/2017

    Encontramos nas Escrituras exemplos de fracassos. Por exemplo, Deus prometeu dar a terra de Canaã às doze tribos de Israel. Mas, em Juízes 1.19, lemos que “O SENHOR estava em Judá, e assim Judá ocupou a região montanhosa; mas não conseguiu expulsar os habitantes dos vales, pois eles tinham carros feitos de ferro”. Olhe para o que ele diz aqui: “O Senhor estava com os exércitos de Judá” – mas, a despeito desse fato, embora eles conquistassem a terra, fracassaram em derrotar o inimigo deles nas planícies, por causa dos carros de guerra feitos de ferro que possuíam! Isto não parece fazer sentido: Deus estava com eles, e, todavia, fracassaram. Como devemos entender tal fracasso na vida do cristão?

    Deus nos prometeu estar conosco, dando-nos poder e ajudando-nos. Essa é a razão pela qual o exemplo em Juízes é tão enigmático. O Senhor estava com eles, mas ainda assim eles fracassaram. Dessa forma, é difícil explicar como nós fracassamos em coisas que decidimos fazer na força Dele. 

    Desse modo, fui conduzido ao que era, para mim, uma nova compreensão radical em relação à vontade de Deus, a saber, que a vontade de Deus para nossas vidas pode incluir o fracasso. Em outras palavras, a vontade de Deus pode ser o fracasso, e ele pode conduzir você ao fracasso! Isso ocorre porque há coisas que Deus tem de ensiná-lo através do fracasso, coisas que ele nunca poderia lhe ensinar através do sucesso.

    Bem, qual aplicação prática que tudo isso tem para as nossas vidas? Dois pontos podem ser colocados.

    Precisamos aprender com nossos fracassos. Pergunte a si mesmo o que você teria feito de forma diferente em determinada situação ou o que você poderia fazer de modo diferente na próxima vez. Pergunte a si mesmo que espécie de reação Deus quer que você tenha, ou que traço do caráter pode ser desenvolvido em você como resultado da derrota. Aprenda a partir de seu fracasso.

    Um famoso psiquiatra certa vez observou que a palavra mais triste no vocabulário humano é “se”. Para ele, as pessoas que ficam presas em seus fracassos passam a vida toda dizendo: “Se – se eu tivesse tentado mais, se eu tivesse sido mais amável com meus filhos, se eu tivesse sido mais sincero, se...” A maneira de corrigir essa mentalidade é mudar o seu vocabulário, substituindo-o pelas palavras “da próxima vez” – “da próxima vez tentarei mais, da próxima vez serei mais amável com meus filhos, da próxima vez serei mais sincero”. O fracasso não é fracasso se você fizer melhor da próxima vez.

    Nunca desanime. Só porque fracassou não significa que tudo acabou para você. Você nunca ficará acabado somente por fracassar. Você estará acabado somente se você desistir. Mas não desista! Com a força de Deus, recolha os cacos de seu fracasso e, tendo aprendido com ele, prossiga.

     Assim, quando você se encontrar com o fracasso, não desista. Peça a Deus forças para continuar. Ele vai te fortalecer. Na verdade, há um nome bíblico para essa qualidade. Chama-se perseverança. Através do fracasso, se você responder de modo correto, Deus pode construir a virtude da perseverança em sua vida.

    Portanto, o fracasso na vida de um cristão não deveria nos surpreender. Deus tem coisas importantes para nos ensinar através do fracasso – e o verdadeiro sucesso, o sucesso que conta para a eternidade, consiste em aprender essas lições. Assim, quando você fracassar, não se desespere nem pense que Deus o abandonou; ao contrário, aprenda com seus fracassos e nunca desista. Essa é a fórmula para o sucesso. Ben Stein, autor, advogado, economista e ator, diz: “O espírito humano nunca se acaba quando é vencido. Ele se acaba quando se entrega”. Meu conselho é: nunca desista!

    Pr. Carlos Roberto (Bob)

     

  • 226 - DEUS NÃO SOFRE DE AMNÉSIA
    24/09/2017

    “Em tua bondade, lembra-te de mim, oh meu Deus” Neemias 13.31b

    A memória Divina é capaz de registrar tudo na história da humanidade. Não há limites para o conhecimento de Deus sobre cada detalhe do universo, desde uma folha de uma árvore até o nascimento de uma criança (Salmo 139.13,14).

    Neemias foi um servo dedicado a Deus que trabalhou na reconstrução dos muros de Jerusalém. Como copeiro do rei Artaxerxes, presenciou muitas pessoas pedindo favores ao rei que se lembrasse de decretos ou promessas feitas a seus súditos. Por isso, durante sua luta pela reconstrução da cidade, frequentemente erguia a voz para pedir a Deus que se lembrasse dele. Este pedido de Neemias nos ajuda e compreender algumas coisas, dentre elas destacamos que Deus nunca se esquece.

    A expressão “lembra-te” de Neemias sete vezes pedindo a Deus que se lembrasse dele, nos ensina que Deus realmente tem uma memória infalível. Certamente este homem de Deus, diante das dificuldades, primeiro erguia a voz a Deus e pedia ao Senhor que se lembrasse com sua justiça

    E esse verbo lembrar significa também o agir de Deus em nossa vida, mudando cenários de desolação, destruição, inatividade. Em I Samuel 1. 19, lemos: “... Elcana coabitou com Ana, sua mulher, e, lembrando-se dela o SENHOR, ela concebeu... teve um filho, a que chamou Samuel...”, pois é sabido dos irmãos que Ana era estéril, mas, Deus se lembrou , agiu, interviu na vida dela. 

    Por conseguinte, Neemias suplica para que o Senhor continue a agir nele e com ele poderosamente. Assim, vemos o poder de Deus operando grandes mudanças na história do seu grande servo e líder.

    Dessa forma, como aconteceu com Neemias, aprendemos que as mudanças vindas do Senhor, antes de começar além de nós, têm que começar em nós. Até o capítulo 4 temos um Neemias irrepreensível. Então, o povo pobre começou a reclamar da elite, da qual fazia parte o governador Neemias.

    Neemias se incluiu no grupo dos opressores e se propôs a mudar de prática. Neemias percebeu que nele também havia erro. Ele também cobrava juros.

    A vida de Neemias mudou a partir daí. A sua visão de uma grande obra a ser realizada não o impediu de ver seus próprios erros. Os líderes também têm pés de barro.

    A partir desta conversão, Neemias passou a fazer uma oração, que pode nos soar estranha, mas ela se assemelha, ao seu jeito, à oração do salmo 139, aquela em que o poeta pede que o Senhor o sonde. Neemias ora assim:

    1. “Lembra-te de mim, oh meu Deus, levando em conta tudo o que fiz por este povo” (Neemias 5.19).

    2. “Lembra-te de mim por isso, meu Deus, e não te esqueças do que fiz com tanta fidelidade pelo templo de meu Deus e pelo seu culto” (Neemias 13.14).

    3. “Lembra-te de mim também por isso, oh meu Deus, e tem misericórdia de mim conforme o teu grande amor” (Neemias 13.22b).

    4. “Em tua bondade, lembra-te de mim, oh meu Deus” (Neemias 13.31b).

    Gosto da sinceridade de Neemias nas duas primeiras orações. Mas gosto também de ver Neemias crescendo na fé, porque nas duas orações seguintes ele não se baseia mais na sua fidelidade e bondade, mas na bondade e fidelidade de Deus. Aos poucos ele vai percebendo, ao olhar para dentro de si mesmo, Quem é Deus. Após as reformas e o ritual de consagração, Neemias concluiu seu livro de maneira maravilhosa com a seguinte frase: “Lembra-te de mim, Deus meu, para o meu bem”, Neemias 13.31. Esta frase aparece também nos vs. 14 e 22. Dizendo assim, Neemias não está manifestando sua preocupação com o fato de Deus se esquecer dele, como se isso fosse possível. Mas “lembrar” aqui nos sugere a ideia de concessão de bênçãos, da manifestação do favor de Deus. Temos em Isaías uma brilhante promessa de Deus em relação ao seu povo acerca desta verdade: “...pode uma mulher esquecer-se de seu filho de peito, de maneira que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, não me esquecerei de ti”, Isaías 49.15.

    Assim, também compreendo que as palavras de Neemias 13.31 b nos ensinam que o mesmo Deus que nunca se esquece da gente também quer ser “lembrado” por nós de suas promessas e de seus atributos em nosso favor.

    Pr. Carlos Roberto (Bob)

  • 225 - QUANDO RECEBEMOS O TROCO ERRADO.
    17/09/2017

    No domingo passado, pregamos no texto de I Pedro 3.13-22, com o tema “Esperança além da amargura” (quando a vida é injusta). E alguns irmãos pediram a cópia da mensagem. De modo que, resolvi transformá-la em pastorais. 

    Aprendemos que nossas vidas são perseguidas pelas injustiças quando desejamos a justiça. Ao invés de justiça, somos cercados pela injustiça. Queremos a decepção exposta, a desonestidade revelada e a verdade recompensada. Mas as coisas não acontecem desta forma. Pelo menos não segundo a nossa vontade.

    Algumas famílias têm sido atormentadas pela injustiça. O cônjuge abandona o parceiro amoroso. A doença rouba um ente querido prematuramente. Uma situação injusta no trabalho ou escola persiste em prosseguir.

    Como cristãos, sabemos que, definitivamente, o bem triunfará sobre o mal e que o nosso Deus é justo, fiel e bondoso. Mas o que podemos fazer com as injustiças e infidelidades neste ínterim? Como podemos suportar a pressão a despeito destes maus tratos? Felizmente, temos a perspectiva divina para enfrentarmos a injustiça, e a encontramos escrita de forma clara em 1 Pedro 3.12: “Porque os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e teus ouvidos estão abertos às suas súplicas, mas o rosto do Senhor está contra aqueles que praticam males.”

    Pedro nos fornece o seguinte princípio: nada passa despercebido aos olhos de Deus. Ele está cuidando de nós. Ele está atendo às nossas orações. E Ele está ciente de todo mal que nos acontece.

    Nunca pense que Ele se esquece do mal. Ele vê, e se lembra. Ele pode ser paciente, mas não compromete a Sua justiça. Definitivamente, o bem vencerá o mal. No final, Deus sempre vence!

    “Ora, quem é que vos há de maltratar, se fordes zelosos do que é bom?” (1 Pedro 3.13)

    Parafraseando este versículo, poderíamos dizer que os que vivem vidas honestas não costumam sofrer danos. É claro que existem exceções, para quase todas as regras, como veremos a seguir. Mas como regra geral, se a pessoa vive uma vida de pureza e integridade, ela não sofrerá tanto quanto os que costumam fazer o mal. 

    Entretanto, voltando à realidade, pois a vida é difícil, há momentos em que a vida “é injusta”. Agora olhe o que o apóstolo diz: “Mas, ainda que venhais a sofrer por causa da injustiça, bem aventurado sois.” (1 Pedro 3.14a)

    Preste atenção nas palavras: “Mas, ainda que venhais”. Que significa: “improvável, porém possível,” parafraseando: “É improvável que você deveria sofrer pelo bem da justiça, mas caso acontecesse...” Isto, isoladamente, precisa ser suficiente para renovar nossas esperanças!

    Porque enquanto o conselho humano diz: “Acerte a boca deles. Vingue-se”. Este não é um bom conselho, mas é o que costumamos ouvir. Assim, precisamos saber o que Deus tem a dizer sobre como devemos agir quando tivermos agido corretamente, mas recebemos o troco errado.

    Nestes momentos, precisamos estar prontos a dar um testemunho verbal... Uma gentil, porém firme declaração da verdade. Quando somos injustiçados, maltratados, as pessoas que nos observam ficam surpresas da nossa calma em meio a tal situação. Como suportamos sem reagir de forma agressiva. E elas desejarão saber: “Como você consegue?”. Raramente haverá um momento mais oportuno para compartilharmos a nossa fé do que quando glorificamos a Deus através do sofrimento ou de quaisquer injustiças. As pessoas que sabem o que estamos enfrentando nos ouvirão. Assim, ganhamos o direito de ser ouvido. Para confirmar esta explicação, concluo com as palavras de 1 Pedro 3. 14,15: “Mas, ainda que venhais a sofrer por causa da justiça, bem-aventurados sois. Não vos amedronteis, portanto, com as suas ameaças, nem fiqueis alarmados; antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós,”

    Pr. Carlos Roberto (Bob)

  • 223 - A MÃO HÁBIL DE DEUS
    03/09/2017

    Onde Deus prepara um servo para o trabalho? No deserto. Sim, como a Bíblia revela, Deus matricula seus servos na árdua escola do deserto. Um de seus alunos mais conhecidos foi Moisés. Ele teve uma educação formal impressionante pelas mãos de grandes mestres no Egito, mas mesmo aos quarenta anos de idade ainda não estava pronto para ser usado por Deus.

    Ele levou aquele herói cheio de autoconfiança para o deserto de Midiã, para receber um treinamento básico. Depois de quarenta anos de treinamento, Deus pode finalmente chamá-lo de “homem de Deus” (Deuteronômio 33.1). Antes disso, ele era conhecido apenas como “filho da filha de faraó”.

    O deserto é um lugar solitário e perigoso, uma terra seca, fervilhante de cobras e escorpiões (Deuteronômio 8.15). Todavia, Deus conduz seu povo no deserto, porque Ele quer treiná-lo, formando servos que possam estar bem equipados e preparados para qualquer emergência. O deserto tem um currículo voltado ao sofrimento, mas é lá que os cordeiros se transformam em leões. E lá que pessoas comuns se transformam em extraordinários homens e mulheres de Deus.

    Portanto, Deus não livra o seu povo do deserto, mas no deserto, para forjar nele o caráter de Cristo, assim cunha, gera uma formação espiritual ideal que ele quer. Dessa forma, aprendemos que embora Deus quebrante seus servos no deserto, ele não os despedaça completamente. A mão de Deus é hábil, precisa, terna e delicada. Nas palavras do profeta Isaías: “... nós somos o barro, e tu és o nosso oleiro; e todos nós somos obra das tuas mãos” (Isaías 64.8).

    Deus não pensa em usar alguém que só confia em si mesmo. O excesso de autoconfiança sempre será uma pedra de tropeço para quem deseja servir a Deus. Moisés é um bom exemplo disso.

    Aos quarenta anos, ele tinha fé, mas confiava em si mesmo para realizar a obra de Deus. Ele liderou os israelitas com sua própria força. Sim, mas com sua força física só o que ele conseguiu foi estrangular até a morte um único egípcio.

    Deus sabia que Moisés confiava demais em sua própria força. Por isso, para realizar a grande tarefa que Deus tinha em mente, era necessário enviá-lo para o deserto e esperar até que ele gritasse: ”Já chega!” Em Êxodo 3, Moisés confessa que não podia realizar o que Deus queria fazer através dele. Desse momento em diante, ele aprendeu a viver e a trabalhar com Deus.

    Concluímos, portanto, que nossa própria força não é suficiente para realizar a obra que Deus deseja. As grandes tarefas só podem ser executadas através do poder de Deus. Moisés descobriu isso quando foi até a presença de Deus na sarça ardente. Depois disso, ele se tornou o grande líder de dois milhões de pessoas. Ele ficou em pé, diante do mar Vermelho, e proclamou: “Não temais. Acalmai-vos e vede o livramento que o Senhor vos trará hoje; porque nunca mais vereis os egípcios que hoje vedes” (Êxodo 14.13).

    Depois de cruzar o mar Vermelho, Moisés e os filhos de Israel puderam cantar: “O Senhor é a minha força e o meu cântico, ele se tornou a minha alvação; ele é meu Deus, portanto, eu o louvarei; é o Deus de meu pai, por isso exaltarei” (Êxodo 15.2). Sim, Deus pode usar qualquer um no ministério, contanto que essa pessoa não tenha um espírito teimoso e obstinado. Os duros de coração ele leva ao deserto rigoroso. Lembre-se de João 12.24, a semente do trigo precisa morrer antes de se tornar parte de colheita. A água viva sai da rocha partida; o sangue redentor de Jesus flui de seu corpo moído.

    Sim, o quebrantamento, embora doloroso, traz bênçãos e glória.

    Rev. Carlos Roberto (Bob)

Páginas